Sarau 25/06: Fernando Pessoa

Criei em mim várias personalidades. Crio personalidades constantemente. Cada sonho meu é imediatamente, logo ao aparecer sonhado, encarnado numa outra pessoa, que passa a sonhá-lo, e eu não.

Biografia
Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 – Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas de língua portuguesa tendo seu valor comparado ao de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou-o, ao lado de Pablo Neruda, o mais representativo poeta do século XX. Por ter vivido a maior parte de sua juventude na África do Sul, a língua inglesa também possui destaque em sua vida, com Pessoa traduzindo, escrevendo, trabalhando e estudando no idioma. Teve uma vida discreta, em que atuou no jornalismo, na publicidade, no comércio e, principalmente, na literatura, onde desdobrou-se em várias outras personalidades conhecidas como heterônimos. A figura enigmática em que se tornou movimenta grande parte dos estudos sobre sua vida e obra, além do fato de ser o maior autor da heteronímia.
Morre de problemas hepáticos aos 47 anos na mesma cidade onde nascera, tendo sua última frase sido escrita na língua inglesa: “I know not what tomorrow will bring… “. (extraido da Wikipedia, leia o artigo completo)

Todos falando com sotaque purtuguêis na segunda-feira, hein? ;-0
Ora pois! Vou eu e meu bigode…
Opa. Agora é a espera pelas fotos do Guilherme!!!!!!!
Não sejam xenófobos. Se não fosse Portugal ainda andavam de tangas e com penas na cabeça.
Meu amigo Medical Tourism, todos gostamos muito dos portuguêses, é claro que não gostamos da imposição cultural da império português no século XVI… tangas e penas na cabeça, com muito orgulho ora pois.
Respeitamos muito a figura de Fernando Pessoa, o sarau aconteceu em cidade de colonização Açoriana e não temos tempo para fazer piadinha xenófobas contra os portugueses, pelo contrário, louvamos os grandes escritores e as grandes conquistas portuguesas, é claro que o “descobrimento” do Brasil não tem nada a ver com isso.
O avanço marítimo de Portugal foi uma atitude imperialista, uma colonização covarde as custas da devastação do nosso território. Portanto leia e pense duas, três, quantas vezes forem precisos antes de falar das nossas penas e tangas.
Um abraço.